OFICINA SOCIAL DE TEATRO
ost-curso-de-teatro-em-niteroi
“Inscrições
“Inscrições

Reingresso (Nível Avançado)

A Oficina Social de Teatro oferece a possibilidade de ingresso diretamente no módulo de Formação de Atores, não sendo necessário fazer o primeiro ano de curso. O curso de Formação de Atores da OST vem ao encontro dos anseios de muitos jovens e adultos que buscam um curso de qualidade e que lhes permita adquirir seu registro profissional de ator junto ao Sated/RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro). Com 20 anos de experiência e uma equipe altamente qualificada, a OST está equipada para te ajudar neste importante passo rumo à profissionalização.

Público-alvo: 

Alunos que gostariam de retornar ao mundo do teatro, iniciando no segundo ano do Curso de Formação de Atores.

Pré-requisitos:

Experiência comprovada em outros cursos, ou cursos da OST, ou alunos com matrículas trancadas, com mínimo de 80 horas aula e peças realizadas. Estes poderão participar da seleção para ingressar diretamente no segundo ano do curso.

SAIBA MAIS SOBRE O LAB – ASSISTA AO VÍDEO

 

 

 

CONHEÇA O PROFESSOR DO LABORATÓRIO

 

EMENTA DO MÓDULO 4 – LABORATÓRIO II

(voltado para alunos da OST, ex-alunos da OST que tenham, no mínimo, 80 horas de realizações cênicas dentro ou fora da OST, e para reingresso de pessoas que já tenham experiência anterior em teatro, oriundas de qualquer curso ou escola de teatro, e que comprovem o mínimo de 80 horas de realizações cênicas).

Laboratório de escrita cênica e montagem teatral: teatro e cultura popular, crítica teatral, ética, dramaturgia, direção teatral. Prática de montagem.

Optativa: Estágio supervisionado.

Obs.: Todas as unidades apresentam referências bibliográficas gerais que poderão ser estudadas pelos alunos. O instrutor da turma irá selecionar, dentre elas, as que irão ser conduzidas dentro do processo de ensino-aprendizagem do módulo.

 

LABORATÓRIO DE ESCRITA CÊNICA

EMENTA: Elaboração de textos teatrais de forma a integrar escrita e experimentação. Instrumentalizar o ator para direcioná-lo também ao universo da dramaturgia para fins ficcionais e cênicos. Estudo das principais formas teatrais: os elementos que lhes constituem e como funcionam. Estudo sobre principais autores. A dramaturgia do século XX. A dramaturgia brasileira. Processo de criação de texto de forma coletiva.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: Os traços estilísticos nas formas literárias. Os elementos da dramaturgia. Formas teatrais, técnicas, elementos que as constituem e modos de funcionamento. O dramático, o épico e o lírico no texto teatral. Construção dramatúrgica em coletivos e no contemporâneo. O texto nos espetáculos contemporâneos.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ADLER, Stella. Técnica da representação teatral. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.

AMARAL, Ana Maria. Teatro de formas animadas. São Paulo: Edusp, 1991.

ARANTES, Urias Corrêa. Artaud: teatro e cultura. Campinas: Editora da UNICAMP, 1988.

ARISTÓTELES. Poética. Trad., prefácio, introdução, compêndio e apêndices de Eudoro de Sousa. 4. ed. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1994 (Coleção Estudos Gerais / Série Universitária).

ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

BARBA, E. e SAVARESE, N. A arte secreta do ator: dicionário de antropologia teatral. São Paulo, Campinas: Hucitec, 1995.

BENTLEY, Eric. O dramaturgo como pensador; Um estudo da dramaturgia nos tempos modernos. Trad. Ana Zelma Campos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

BERGSON, Henri. O riso. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro.Tradução de Jacó Guinsburg (org.) São Paulo: Perpectiva , 2002.

CARPEAUX, Otto M. História da literatura ocidental. Rio de Janeiro: Tipo Editor Ltda, 1978. (8 vols).

COHEN, R. Work in progress na cena contemporânea. São Paulo: Perspectiva (Debates), 2002. O Teatro e sua realidade. São Paulo: Perspectiva, 1977.

ESSLIN, M. O teatro do absurdo. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1988.

ESSLIN, M. Uma anatomia do drama. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1978.

FO, Dario. Manual mínimo do ator. São Paulo: SENAC, 1998.

GALÍZIA, Luis Roberto. Os processos criativos de Robert Wilson. São Paulo: Perspectiva, 1985.

GASSNER, J. Mestres do teatro I. Coleção Estudos. São Paulo: Perspectiva, 1991.

GASSNER, J. Mestres do teatro II. Coleção Estudos. São Paulo: Perspectiva, 1992.

GOETHE, Joheann Wolfgang von. Fausto. Tradução de Silvio Meira. São Paulo, Abril Cultural:1983.

GUINSBURG, J.. Stanislávski, Meirhold e Cia. São Paulo: Perspectiva, 2001.

GUINSBURG, J.: Da cena em cena. São Paulo: Perspectiva (Estudos), 2001.

JAMESON, Fredric. O método Brecht. Petrópolis: Vozes, 1999.

JARRY, Alfred. Ubu Rei. Trad. de Ferreira Gullar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,1972.

KUSNET, Eugênio. Ator e método. Rio de janeiro: Instituto nacional de Artes Cênicas, 1987.

MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. 4. ed. São Paulo: Ática, 1991. (Série Fundamentos, 6).

MAGALDI, Sábato. O Texto no teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001.

ORTEGA Y GASSET, José. A idéia do teatro. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 1991.

PALLOTTINI, R. Dramaturgia. Construção do personagem. São Paulo: Ática, 1989.

PALLOTTINI, R. Introdução à dramaturgia. Série Princípios. São Paulo: Ática, 1988.

ROCHA FILHO, Rubem. A personagem dramática. Rio de Janeiro: INACEN, 1986. (Coleção Ensaios).

ROSENFELD, A. O teatro épico. Coleção Estudos. São Paulo: Perspectiva, 1990.

ROSENFELD, A. O teatro moderno. Coleção Debates. São Paulo, Perspectiva, 1991.

ROSENFELD, Anatol. Texto / contexto. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1985 (Debates, 7).

STANISLAVSKI, Constantin. A construção da personagem. Trad. Pontes de Paula. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1986.

STANISLAVSKI, Constantin. A criação de um papel. Trad. Pontes de Paula. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira,1984.

SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac e Naify, 2001.

TCHEKHOV, Antón. O Jardim das Cerejeiras. Trad. Gabor Aranyi. Maiporã, Veredas, 1994.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

DIREÇÃO TEATRAL

EMENTA: Os principais diretores da História do Teatro e suas concepções. Noções de direção e plano de direção. Como estruturar um espetáculo. Estudo do texto. A encenação em si. Elementos visuais e sonoros. Cronograma, produção, temporada.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: Introdução ao estudo da direção teatral. O texto e seu estudo com base na teatralidade. Orientação: o diretor como pedagogo. Estruturação, preparação e ensaios. O espaço da cena: movimento e marcação. Cenografia, figurino, iluminação e maquiagem. A sonoplastia.  Planejamento de ensaios e temporada.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ARTAUD, Antonin . O teatro e seu duplo. São Paulo: Max Limonad,1981.

BARATA, José Oliveira. Estética teatral: antologia de textos. Lisboa: Moraes Editores, 1981.

BARBA, Eugenio e N. Savarese ( Orgs.). A arte secreta do ator. Dicionário de Antropologia Teatral. São Paulo. Hucitec/ UNICAMP, 1996.

BARBOSA, Pedro. Teoria do teatro moderno: axiomas e teoremas. Porto: Edições Afrontamento, 1982.

BENTLEY, Eric. A experiência viva do teatro. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

BOLESLAVSKI, Richard. A arte do ator. São Paulo: Perspectiva, 1987.

BROOK, Peter. A porta aberta: reflexões sobre a interpretação e o teatro. 3. ed. Trad. Antônio Mercado. Rio de Janeiro; Civilização Brasileira, 2002.

CÂNDIDO. A. A Personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1972.

CHEKHOV. M. Para o Ator. São Paulo: Martins Fontes,1986.

COELHO NETTO, J. Teixeira. Em cena, o sentido. São Paulo: Duas Cidades 1980

COHEN , Renato. Performance como linguagem. São Paulo: Perspectiva, 2002.

COHEN, Renato. Work in progress na cena contemporânea. São Paulo: Perspectiva, 1998.

CORRÊA, José Celso Martinez. Primeiro ato, São Paulo, Ed. 34, 1998.

ESSLIN, Martin. Uma anatomia do drama. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. 36

Pina Baush e o wuppertal dança-teatro: Repetição e Transformação. Hucitec, 2000.

FERNANDES, Sílvia. Memória e invenção: Gerald Thomas em Cena. São Paulo: Perspectiva, 1996.

GALIZIA, Luiz Roberto. Os processos criativos de Robert Wilson. São Paulo: Perspectiva, 1986.

GROTOWSKI, J. Em busca de um teatro pobre. Rio de Janeiro: Civilização Basileira,197l.

GUINSBURG, J. et. Alii. Semiologia do teatro. São Paulo: Perspectiva,1978. GUINSBURG, J. Stanislaviski e o teatro de Moscou. São Paulo: Perpesctiva, 1965.

GUINSBURG, J. Stanislávski, Meyerhold & cia. São Paulo:; Perspectiva, 2001.

KUSNET; E. Ator e método Rio de Janeiro: Mec-Snt,1975.

MEYERHOLD, V.( Org. Aldemar Conrado). O teatro de Meyerhold. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.

PALLOTTINI, Renata. Introdução à dramaturgia. São Paulo: Brasiliense, 1984.

RIZZO, Eraldo Pêra. Ator e estranhamento: Brecht e Stanislávski, segundo Kusnet. São Paulo: SENAC, 2001.

ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Fundamentos, 1996

ROUBINE J.J. A arte do ator. Rio de Janeiro: Zahar, 1987.

ROUBINE, J:J. A linguagem da encenação teatral – 1880-1980.Rj,Zalar,1982.

RYNGAERT, J. P. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 1996

STANISLAVSKI C. A preparação do ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

TEATRO E CULTURA POPULAR

EMENTA: Principais manifestações artísticas do Brasil que surgiram pela cultura popular, de natureza teatral, e que concentram seu estudo no fenômeno das práticas festivas, a espetacularização dessas práticas e sua influência dentro das sociedades. O que é performance. A tradição e conceitos de patrimônio material e imaterial. O brasileiro e sua expressividade. A identidade cênica nacional e o ator brasileiro em seu processo de formação.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: Pesquisas metodológicas sobre cultura popular e sobre teatro popular. As manifestações culturais teatralizadas: teatro de bonecos, folguedo popular, temáticas indígenas e africanas, as cavalhadas, as dramatizações de Semana Santa, etc. Patrimônio imaterial: conceitos e implicações. Patrimônio e performance. Incorporação e memória na performance do ator brincante. A performance afro-ameríndia: tradição e transformação. O teatro de rua. O circo-teatro.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ANDRADE, Julieta et alii. Identidade cultural do Brasil. Vargem Grande Paulista: A -9 Ed. 1999

ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia/ INL. 1982, 3 V.

AYALA, Marcos e AYALA, Maria Ignez Novais. Cultura Popular no Brasil: perspectiva de análise. São Paulo: Editora Ática,1995

BAKTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e Renascimento. O contexto de François Rabelais. São Paulo: HUCITEC, 1987.

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Magia e técnica, arte e poética: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BIÃO, Armindo. Estética, performática e cotidiano In: Performance, performáticos e sociedade, p 20-21, Brasília:UNB,1996

BORBA FILHO, Hermilo. Espetáculos populares do Nordeste. São Paulo, Buriti, 1966.

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1985. 582p. 3ª Ed.

BURKE, Peter. Cultura Popular na Idade Moderna: Europa, 1500-1800. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

CAFEZEIRO, Edwaldo, GADELHA, Carmem. História do teatro brasileiro: de Anchieta a Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ:EDUERJ:FUNARTE, 1996.

COELHO, J. L. L. Teatro a partir da comunidade. Rio de Janeiro: Papel Virtual S.A., 2003.

COELHO, J. L. L. Teatro e comunidade: uma experiência. Uberlandia: Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 1983.

CONNOR, Steven. Cultura pós-moderna: introdução às teorias do contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Loyola, 1996.

DA MATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1979.

DAOHO, Jacimar. Da Cultura do corpo. Campinas: Papirus, 1995.

DEL PRIORE, Mary. Festas e utopias no Brasil colonial. São Paulo: Brasiliense,1994.

DUVIGNAUD, Jean. Festas e civilizações, Fortaleza: Edições Universidade Federal do Ceará, Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1983

ELÍADE, Mircea. O sagrado e o profano. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras,2005.

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 1996

KOUDELA, Ingrid Dormien. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 2002.

KOUDELA, Ingrid Dormien. O texto e o jogo: uma didática brechtiana. São Paulo: Perspectiva/EDUSP, 1999.

PEREIRA, Niomar de Souza. Cavalhadas do Brasil. S.P., Escola de Folclore, 1989.

RABETTI, M. L. (Org.). Teatro e comicidades: estudos sobre Ariano Suassuna e outros ensaios. Rio de Janeiro: 7Letras, 2005.

RABETTI, M. L. Teatro e comicidades 2: modos de produção do teatro ligeiro carioca. Rio de Janeiro: 7Letras, 2007.

RABETTI, M. L. A escrita cênica da Nelson Rodrigues: modelo e invenção. Vintém Ensaios Para Um Teatro Dialético, Rio de Janeiro, v. 2, p. 32-37, 1998.

RABETTI, M. L. Ariano Suassuna: apontamentos para o dossiê. O Percevejo Revista de Teatro Crítica e Estética, Rio de Janeiro, v. 8, n. 8, p. 98-99, 2000.

RABETTI, M. L. As comédias ligeiras e a tradição da comédia de costumes no Brasil: velhos temas para novas melodias. O Teatro Transcende, Blumenau – FURB, v. 11, p. 78- 85, 2004.

RABETTI, M. L. Eleonora Duse por Silvio D’Amico: a interpretação que se esconde. Folhetim Teatro do Pequeno Gesto, Rio de Janeiro, v. 20, p. 22-33, 2004.

RABETTI, M. L. Fantasias arlequinescas de um italiano moderno: direções teatrais de Ruggero Jacobbi. O Percevejo – Revista de Teatro Crítica e Estética, Rio de Janeiro, v. 10/11, n. 10/11, p. 94-117, 2003.

RABETTI, M. L. História do teatro como história da cultura: ideários e trajetos de uma arte entre rupturas e tradições. Folhetim Teatro do Pequeno Gesto, Rio de Janeiro, v. 2, p. 27-36, 1998.

RABETTI, M. L. História do teatro popular no Brasil: Gastão Tojeiro entre autoria artística e práticas sociais do teatro ligeiro. Revista do Lume (UNICAMP), Campinas – São Paulo, v. 6, p. 137-143, 2005.

RABETTI, M. L. Memória e culturas do ‘popular’ no teatro: o típico e as técnicas. O Percevejo – Revista de Teatro Crítica e Estética, Rio de Janeiro, v. 8, p. 3-18, 2000.

RABETTI, M. L. O ‘homem de teatro’ Armando Gonzaga: entre a comédia de costumes e um ‘costume’de fazer comédias. Ouvirouver, Uberlândia, v. 1, n. 1, p. 27-33, 2005.

TEIXEIRA COELHO NETO, José. Moderno e pós-moderno. São Paulo: L&PM Editores, 1990.

THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis: Vozes, 1995.

VENEZIANO, Neyde. Não adianta chorar: o teatro de revista brasileiro… Oba! São Paulo: UNICAMP, 1996, p. 114.

VENEZIANO, Neyde. O teatro de revista no Brasil. Dramaturgia e convenções. Campinas (SP) Pontes/ Editora da Unicamp, 1991.

VENEZIANO, Neyde. Revisitando o baú revisteiro. In: O Percevejo, Rio de Janeiro, UNIRIO, ano 12, n° 13, 2004.

ZENICOLA, Denise. Dança das Iabás no Xirê: Ritual e Performance. 2001. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação Em Teatro) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

ZUMTHOR, Paul. A letra e a voz: a “literatura” medieval. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

CRÍTICA TEATRAL

EMENTA: Estudos sobre Crítica Teatral. Algumas metodologias da análise crítica. História da crítica. Estudo sistemático da crítica teatral. Os principais críticos. Os principais nacionais. Instrumentos para análise de espetáculos e produção de críticas.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: Princípios gerais que norteiam a crítica teatral. Função que a crítica em diferentes períodos da História do Teatro. A crítica teatral no contexto do Jornalismo. O diálogo entre a crítica teatral e as notícias e reportagens. A crítica como objeto e como fonte. A imprensa e o teatro brasileiro: narrativas e tendências. Produção de críticas.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ASSIS, Machado. Crítica teatral. Rio de Janeiro: W.N. Jackson Inc., 1954.

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Hucitec, 1995

BARROS, D.L.P.e FIORIN, J.L. (orgs.) Dialogismo, polifonia e intertextualidade. São Paulo, Edusp. 1994.

BARTES, R. Crítica e verdade. São Paulo, Perspectiva, 1970.

FIORIN, J.L. Elementos de Análise do Discurso. São Paulo: Contexto, 1994.

HUGO,Vitor. Do grotesco e do sublime. São Paulo: Perspectiva, s/d. O Percevejo – Revista de Teatro Crítica e Estética, Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, anos II e III, n° 2 e 3, 1994. (Números específicos sobre crítica teatral).

PAVIS, Patrice. Análise dos espetáculos. São Paulo: Perspectiva, 2003.

PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. Trad. J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva, 2005.

PRADO, D.A. O teatro brasileiro moderno. São Paulo: Perspectiva, 1996.

PRADO, Décio de Almeida. O drama romântico brasileiro. São Paulo: Perspectiva, 1996.

PRADO, Décio de Almeida. O teatro brasileiro moderno: 1930-1980. São Paulo: Perspectiva/Edusp, 1988.

PRADO, Décio de Almeida. Peças, pessoas, personagens. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

RICHARDS, I. A. Princípios da crítica literária. Porto Alegre: Ed. Globo, Ed. da Universidade de S.Paulo, 1967.

ROSENFELD, Anatol. O mito e o herói no moderno teatro brasileiro. 2a ed. São Paulo: Perspectiva, 1996.

ROSENFELD, Anatol. Prismas do teatro. São Paulo: Perspectiva, 1993.

ROUBINE, J.J. A linguagem da encenação teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 1996. (Coleção Leitura e Crítica).

STAM, R. Bakhtin. Da teoria literária à cultura de massa. São Paulo: Ática, 1992.

SUSSEKIND, Flora. Critica a vapor: a crônica teatral brasileira da virada do século XIX. In: Papéis colados. Rio de Janeiro: Editora da EFRJ, 1993. pp.53-90.

WELLEK. História da crítica moderna. São Paulo: Editora da USP, 1967. (5 vol.).

WELLEX, René. Conceitos de crítica. São Paulo: Ed. Cultrix,s/d.

WOODFORD, Susan. A arte de ver a arte. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

ÉTICA

EMENTA: O pensamento ético e seu contorno histórico e filosófico. As múltiplas propostas éticas e a identidade humana. Ética, escolha e liberdade – suas relações. As diferenças e igualdades.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: O que é Ética? O que é ética e o que é moral. A ética das virtudes. As éticas normativas. Valores: o caráter objetivo ou intersubjetivo, a hierarquia e a sobreposição entre valores.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ARANHA E MARTINS. Introdução à filosofia – Filosofando. São Paulo: Moderna, 1987.

ARANHA E MARTINS. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna. 1992.

BOBBIO, N. O filósofo e a política. Rio de Janeiro. Contraponto, 2003 (ou Teoria geral da política).

BUZZI, Arcângelo R. A identidade humana: modos de realização . Petrópolis: Vozes, 2002.

NOVAES, A. Ética. São Paulo: Cia das letras, 1992.

RAWLS, John. Justiça e democracia, São Paulo. Ed. Martins Fontes, 2002.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

ESTUDOS DE DRAMATURGIA

EMENTA: A escrita teatral. O texto dramatúrgico e o texto espetacular. Análise do espetáculo teatral. Diferentes formas do texto teatral. Teatro épico e o drama. Tema e enredo. A personagem no texto dramático. Fatores: conflito, obstáculos, clímax. O processo de escrever para teatro. As adaptações. O processo criativo dramatúrgico na contemporaneidade.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: O texto dramático, épico e lírico e os traços estilísticos. A tragédia clássica e a comédia clássica. O conceito de dramaturgia. Os elementos fundamentais de dramaturgia: ação, personagem, conflito. Criação do texto teatral a partir de personagens, roteiros ou situações dadas.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ARISTÓTELES. Poética. Tradução de Eudoro de Souza. São Paulo: Ars Poética, 1992.

BENDER, Ivo. Comédia e riso: uma poética do teatro cômico. Porto Alegre: Edipucrs, 1996.

BERGSON, Henri: O riso. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

BRANDÃO, J. de Souza: Teatro grego: tragédia e comédia. São Paulo: Perspectiva, 1989.

GASSNER, J. Mestres do teatro I. São Paulo: Perspectiva, 1991. (Coleção Estudos).

GASSNER, J. Mestres do teatro II. São Paulo: Perspectiva, 1992. (Coleção Estudos).

GUINSBURG, J. O romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1978. (Coleção Stylus).

LESKY, A: A tragédia grega. Coleção Debates. São Paulo: Perspectiva, 1989.

MAGALDI, S. O texto no teatro. Coleção Estudos. São Paulo: Perspectiva, 1989.

PALLOTTINI, R. Dramaturgia. Construção do personagem. São Paulo: Ática, 1989.

PALLOTTINI, R. Introdução à dramaturgia. Série Princípios. São Paulo: Ática, 1988.

PAVIS, P. Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.

ROSENFELD, A. O teatro épico. Coleção Estudos. São Paulo: Perspectiva, 1990.

OBS: dessa lista de referências bibliográficas apresentadas, o professor da turma selecionará as que serão trabalhadas a fundo;

 

PRÁTICA DE MONTAGEM

EMENTA: Desenvolvimento de projeto de montagem cênica, em qualquer gênero, estilo ou tendência estética, realizado individualmente ou em grupo, com orientação do supervisor da turma. A montagem poderá ser apresentada publicamente em formato cênico, em audiovisual ou outro formato que seja combinado em comum acordo entre supervisor e turma e que seja aprovado pela instituição. Possibilitar o contato direto do aluno com a montagem cênica, conferindo-lhe responsabilidade sobre todas as etapas que envolvem uma montagem.

CONTEÚDO PROGRAMATICO: Produção e Análise de Texto a ser encenado, a materialização da cena, análises no campo da recepção. Confecção de projeto inicial e relatório final de todo processo de realização.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Bibliografia a ser definida de acordo com o projeto de montagem cênica.

 

 

face2 face2 face2
Scroll To Top
Open chat